Barra de Vídeo

Loading...

10 janeiro, 2016

(Jo 3, 22-30)
Depois disto, Jesus foi com os seus discípulos para a região da Judeia e ali convivia com eles e baptizava.

Alguns tentaram envenenar o espírito de João com a inveja, esse vício que vai precisamente ao contrário do caminho que tomou João. O invejoso, para se sentir feliz, torna necessário que o outro diminua, para que eu me sinta menos pequeno (como a rainha de copas, do livro "A Alice no país das maravilhas" de Lewis Caroll, todos os seus súbditos tinham de andar de joelhos para que a rainha não parecesse anã.  A inveja tem sede de reconhecimento, mas é uma sede que nunca se extingue Há um filósofo - Spinoza - que diz que a existência é força que só se pode conservar, expandindo-se por sua vez, a inveja tem a tendência a contrair a expansão, porque na tentativa de salvar a própria identidade, acaba por comprimi-la A rainha de copas não ficaria maior se encavalitasse nos ombros de um gigante?!

Vocacional 1.wmv


05 novembro, 2011

O valor das coisas…


O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac,


certo dia abordou-o na rua e disse:

Sr. Bilac, estou precisando de vender a minha propriedade,


que o senhor tão bem conhece. Será que poderia redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o lápis e o papel e escreveu:


“Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortado por cristalinas águas de um lindo ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes na varanda.”


Alguns meses depois, o poeta encontra-se com o comerciante


e pergunta-lhe se já havia efectuado a venda. 


Nem pensei mais nisso, disse o homem.


Depois de ler o anúncio que o senhor escreveu é que percebi a maravilha que tinha,


e já não vendi! Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos connosco e vamos atrás da miragem de falsos tesouros…


Importa valorizar o que temos e que nos foi dado gratuitamente por Deus:


A luz do sol, a alegria, os amigos, o emprego, a saúde, o sorriso das crianças,


o conhecimento que vamos adquirindo, a ternura e o carinho de alguém…


São verdadeiros tesouros que devemos valorizar!

(Autor desconhecido)

21 maio, 2011

O Horizonte...


Certa vez alguém chegou ao céu e pediu para falar com Deus. Segundo o seu ponto de vista, havia uma coisa na criação que não tinha nenhum sentido. Deus atendeu de imediato, curioso por saber qual era a falha que havia na criação.



-Senhor, sua criação é muito bonita, muito funcional, cada coisa tem sua razão de ser, mas, no meu ponto de vista, tem uma coisa que não serve para nada.


-E que coisa é essa que não serve para nada? - perguntou Deus.


- É o horizonte. Para que serve o horizonte? Se eu caminho um passo em sua direcção, ele se afasta um passo de mim. Se caminho dez passos, ele se afasta outros dez passos. Isto não faz sentido! O horizonte não serve para nada.


Deus sorriu e disse:


- Mas é justamente para isso que serve o horizonte... para fazê-lo caminhar e nunca desistir de lutar pelo amanhã.

Autor desconhecido

13 março, 2011

Para que serve o horizonte?

Certa vez alguém chegou ao céu e pediu para falar com Deus porque, segundo o seu ponto de vista, havia uma coisa na criação que não tinha nenhum sentido...Deus o atendeu de imediato, curioso por saber qual era a falha que havia na Criação.


- Senhor Deus, sua criação é muito bonita, muito funcional, cada coisa tem sua razão de ser... mas no meu ponto de vista, tem uma coisa que não serve para nada - disse aquela pessoa para Deus.

- E que coisa é essa que não serve para nada? - perguntou Deus.

- É o horizonte. Para que serve o horizonte? Se eu caminho um passo em direcção ao horizonte, ele se afasta um passo de mim. Se caminho dez passos, ele se afasta outros dez passos. Se caminho quilómetros em direcção ao horizonte, ele se afasta os mesmos quilómetros de mim... Isso não faz sentido! O horizonte não serve para nada. Deus olhou para aquela pessoa, sorriu e disse: - Mas é justamente para isso que serve o horizonte... " para fazê-lo caminhar " Pense ...

(Desconheço autor)