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31 janeiro, 2010

O principal…


Talvez já conheçam esta história, 
mas nos tempos que correm, 
PARAR um pouco e REFLECTIR 
não faz mal a ninguém...
Uma lenda muito antiga conta que uma mulher pobre passava à frente de uma caverna com o seu filho pequeno ao colo, quando ouviu uma voz misteriosa vinda do interior da caverna. Parou para ouvir o que ela dizia:
- Entra e apanha tudo o que desejares, mas não te esqueças do principal. Depois de saíres, a porta fechar-se-á para sempre. Portanto aproveita a oportunidade, mas não te esqueças do principal…
A mulher entrou na caverna e encontrou um grande tesouro. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar ansiosamente tudo o que podia no seu avental. Não sabia sequer por onde começar com tanta riqueza que via à sua frente.
A voz misteriosa falou novamente:
- Só tens dez minutos, não te esqueças do principal.
Esgotado o tempo, a mulher, tão carregada de ouro e pedras preciosas que mal conseguia andar, dirigiu-se para fora da caverna e a porta fechou-se…
Só neste momento se lembrou do principal. A criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre! A riqueza durou pouco e o desespero, sempre.
(desconheço o autor)

Conto


Um Jovem passeava por uma cidade desconhecida. De repente, encontrou uma casa comercial com o seguinte anúncio: “Loja da Felicidade”.

Ao entrar, descobriu que eram os anjos que atendiam as pessoas.
Muito admirado, perguntou-lhes o que vendiam ali?
O anjo respondeu: aqui vendemos de tudo.
O jovem pediu logo: Muitas toneladas de fraternidade, o fim de todas as guerras, um grande bidão de compreensão entre as famílias, …
Por fim, o anjo muito delicadamente o interrompeu e lhe disse:
Desculpe, aqui não vendemos os frutos; apenas as sementes!

No mercado de Deus nada se vende já feito.
Dá-se a semente, que deve frutificar com a nossa acção e dedicação.

(desconheço o autor)

Uma hora


Uma criança perguntou timidamente ao pai quando este regressava do trabalho:
- Pai, quanto é que ganhas por hora?
O pai, friamente, respondeu:
- Para que queres tu saber? São dez euros por hora.
- Então, pai, poderias emprestar-me três euros?
- Então é por isso que queres saber quanto ganho por hora? Vai para a cama e não me aborreças mais!
Já era noite quando o pai começou a pensar no que tinha acontecido e sentiu-se culpado. Talvez o filho necessite de comprar algo. Entrou no quarto e perguntou-lhe baixinho:
- Filho, estás a dormir?
- Não, pai.
- Olha, aqui tens os três euros que me pediste.
- Muito obrigado, pai.
Depois a criança levantou-se, foi buscar os sete euros do mealheiro e disse ao pai:
- Agora já tenho dez euros! Pai, podias vender-me uma hora do teu tempo?
Os pais podem dar coisas aos filhos. Mas o que eles mais necessitam é que lhes dêem tempo para os escutarem.
In Cavaleiro da Imaculada, nº 888

A jóia mais preciosa...


Ao atravessar o deserto, um viajante viu um árabe montado a cavalo junto a uma palmeira.
A pouca distância repousavam os seus cavalos, pesadamente carregados com valiosos objectos.
Aproximou-se dele, e disse: - Pareces muito preocupado, posso ajudar-te nalguma coisa?
- Ah! Respondeu o árabe com tristeza, estou muito aflito, porque acabo de perder a mais preciosa de todas as jóias.

- Que jóia era essa? - Perguntou o viajante.
- Era uma jóia como jamais haverá outra – respondeu o seu interlocutor.  
Estava talhada num pedaço de pedra da vida e tinha sido feita na oficina do tempo. Adornavam-na vinte e quatro brilhantes, em volta dos quais se agrupavam sessenta menores. Já vereis que tenho razão em dizer que jóia igual jamais poderá reproduzir-se.
- Por minha fé – disse o viajante – a vossa jóia devia ser preciosa. Mas não será possível que, com muito dinheiro, se possa fazer outra igual? Voltando a ficar pensativo, o árabe respondeu:
- A jóia perdida era um dia, e um dia que se perde jamais se torna a encontrar…

Como tratei hoje esta jóia preciosa? 
Perdia-a? 
Rentabilizei-a?

O mesmo se pode aplicar ao ano que está a terminar... pensa nisso!
(desconheço autor)

Chamo-me felicidade!


Faço parte da vida daqueles que tem amigos,
pois ter amigos é ser Feliz. Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você, pois viver assim é ser Feliz! Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva, por isso chamado presente. Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do Amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final. Eu sou casada, sabiam? Sou casada com o Tempo. Ah... O tempo é lindo! Ele resolve todos os problemas. Ele reconstrói corações, ele cura machucados, ele vence a Tristeza... Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos: A Amizade, a Sabedoria e o Amor. A Amizade é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera, alegre. A Amizade brilha como o sol... A Amizade une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar. A do meio é a Sabedoria... culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao Pai, o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos! O do meio é o Amor. Ah! como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes só quer morar num lugar... Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para morar em dois corações, não em apenas num... O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo...
e aí o Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu! Uma pessoa muito importante ensinou-me uma coisa... Tudo no final sempre dá certo, se ainda não deu, é porque não chegou o final. Por isso, acredite sempre na minha família! Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e principalmente no Amor... Aí, com certeza um dia, eu, a Felicidade, baterei à tua porta ! Tenha Tempo para os Sonhos... Eles conduzem sua carruagem para as Estrelas! 

(desconheço a autoria)

O Fósforo e a Vela


Certo dia o fósforo disse para a vela:
- Minha missão é te acender.
- Ah, não, disse a vela. Tu não vês que se me acendes meus dias estarão contados. Não faz uma maldade dessa não.
- Então queres permanecer toda a tua vida assim dura, fria, sem nunca ter brilhado, perguntou o fósforo.
- Mas ter que me queimar. Isso dói. Consome as minhas forças, murmurou a vela.
- Tens toda razão, respondeu o fósforo, esse é precisamente o mistério de tua vida. Tu e eu fomos feitos para ser luz. O que eu, como fósforo, posso fazer é muito pouco. Mas se passo a minha chama para ti, cumprirei com o sentido de minha vida. Eu fui feito justamente para isso: para começar o fogo. Tu és vela. Tua missão é brilhar. Toda tua dor, tua energia se transformará em luz e calor.
Ouvindo isso a vela olhou para o fósforo que já se estava apagando e disse:
- Por favor, acende-me.

Desconheço o autor

A Vida


Por muito tempo eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver - um trabalho não terminado, uma conta a ser paga.
Aí sim, a vida de verdade começaria...
Por fim, cheguei a conclusão de que esses obstáculos eram a minha vida de verdade. Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. E aproveite-os mais se você tem alguém especial para compartilhar, especial o suficiente para passar seu tempo; e lembre-se que o tempo não espera ninguém.
Portanto, pare de esperar...
até que você termine a faculdade;
até que você volte para a faculdade;
até que você perca 5 quilos;
até que você ganhe 5 quilos;
até que você tenha tido filhos;
até que seus filhos tenham saído de casa;
até que você se case;
até que você se divorcie;
até sexta à noite;
até segunda de manhã;
até que você tenha comprado um carro ou uma casa novos;
até que seu carro ou sua casa tenham sido pagos;
até o próximo verão, primavera, outono, inverno;
até que você esteja aposentado;
até que a sua música toque;
até que você tenha terminado seu drink;
até que você esteja sóbrio de novo;
até que você morra;
e decida que não há hora melhor para ser feliz do que AGORA MESMO...
Felicidade é uma viagem, não um destino.
HENFIL

A fábula do Porco-espinho


Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.


Moral da História O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
Recebido por e-mail (desconheço autor)

Os milagres de que não damos conta...

Conta-se do grande pensador e filósofo francês Blas Pascal que certo dia marcou um encontro com um amigo num castelo, no alto de uma colina. Depois de um grande espaço de tempo em que o esteve esperando, este chegou com o rosto desfigurado, a roupa rota e o corpo cheio de contusões e feridas. - Que te sucedeu? - perguntou Pascal. - Não imaginas o milagre que Deus me acaba de fazer! - replicou o amigo. Quando vinha para cá, o meu cavalo resvalou à beira de uma ladeira. Eu caí e fui rodando e deslizando e detive-me precisamente à beira do precipício. És capaz de imaginar o que foi isto? Que grande milagre Deus me acaba de fazer! Ao que Pascal respondeu: - E que milagre me acaba de fazer Deus a mim, que quando vinha para cá nem sequer caí do cavalo! Quantos milagres faz Deus todos os dias por nós. Milagres que nunca vemos e de que nem sequer damos conta.
in Almanaque Boa Nova 2008

É necessário dar tempo ao tempo


Era uma vez um camponês chinês, muito pobre mas sábio, que trabalhava a terra duramente com o seu filho. Um dia o filho disse-lhe: “Pai, que desgraça, o nosso cavalo fugiu.”
Porque lhe chamas desgraça? Respondeu o pai. Veremos o que nos traz o tempo.
Passados alguns dias o cavalo regressou acompanhado de uma linda égua selvagem. Pai, que sorte. Exclamou o rapaz. O nosso cavalo trouxe outro cavalo. Porque lhe chamas sorte? Respondeu o pai. Veremos o que nos traz o tempo.”
Uns dias depois o rapaz quis montar o cavalo novo mas este, não acostumado à sela, encabritou-se e deitou-o ao chão.
Na queda, o rapaz partiu uma perna. Pai, que desgraça, parti a perna. O pai, retomando a sua experiência e sabedoria, disse: Porque lhe chamas desgraça? Veremos o que nos traz o tempo.
O rapaz não se convencia da filosofia do pai. Poucos dias depois passaram pela aldeia os enviados do rei à procura de jovens para levar para a guerra. Foram a casa do ancião, viram o jovem debilitado e deixaram-no, seguindo o seu caminho.
O jovem compreendeu então que nunca se deve dar nem a desgraça nem a fortuna como absolutas mas que, para se saber se algo é mau ou bom, á necessário dar tempo ao tempo.
Desconheço o autor
A moral deste conto Chinês: A vida dá tantas voltas e é tão paradoxal no seu decorrer que tanto o mau pode vir a ser bom, como o bom pode vir a ser mau.
Assim, esperemos o dia de amanhã com Alegria e vivamos o dia de hoje em Plenitude

Os acasos da vida

O Artesão pegou em três molas de roupa, que depois de já usadas, resolve remodelá-las.
E...consegue!
Para que eu meditasse um pouco no valor da matéria, e sem que ninguém se apercebesse levou-as ao forno.
Pouco tempo depois, um cheiro característico, atento o olfacto descobre o sucedido. Numa travessa onde eu esquecera as ditas molas no forno, que havia ligado para aquecer e depois terminar um cozinhado, está algo que, de repente, não descortinei
Ao deparar com objectos estranhos, olhei-os e reparei em que pode tornar-se a nossa vida fora da nossa atenção à luz da verdadeira liberdade para que fomos colocados neste mundo.
Peguei nelas sem vontade de as deitar fora, porque as encontrei amorosas. Há pouco vi que estavam pousadas sobre um caderno de música.
Mais uma vez me apercebi que as mãos do Oleiro estão sempre a trabalhar e que a nós somente compete continuar a darmo-nos a Ele com paz de espírito, até que o Seu trabalho se consolide em nós.
A nós só nos pertence o pecado que nos compete reparar pela nossa conversão.
E quantos acasos da natureza passam por nós numa chamada de atenção e que deixamos escapar?!...

Pensa nisso...
(desconheço autor)

Tudo o que Deus faz é perfeito



Era uma vez...

UM REI que não acreditava na bondade de DEUS,
tinha um servo que em todas as situações lhe dizia:
“Meu rei, não desanime porque tudo o que Deus faz é perfeito, Ele não erra!”
Um dia eles saíram para caçar e uma fera atacou o rei.
O seu servo conseguiu matar o animal, mas não pôde evitar que sua majestade perdesse um dedo da mão.
Furioso e sem mostrar gratidão por ter sido salvo, o nobre disse:
- Deus é bom?! Se Ele fosse bom eu não teria sido atacado e perdido o meu dedo.
O servo apenas respondeu:
- Meu Rei, apesar de todas essas coisas, só posso dizer-lhe que Deus é bom;
e ele sabe o porquê de todas as coisas.
O que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!

Indignado com a resposta, o rei mandou prender o seu servo. Tempos depois, saiu para uma outra caçada e foi capturado por selvagens que faziam sacrifícios humanos.
Já no altar, prontos para sacrificar o nobre, os selvagens perceberam que a vítima não tinha um dos dedos e soltaram-no, pois ele não era perfeito para ser oferecido aos deuses.
Ao voltar para o palácio, mandou soltar o seu servo e recebeu-o muito afectuosamente:
- Meu caro, Deus foi realmente bom comigo!
Escapei de ser sacrificado pelos selvagens, justamente por não ter um dedo!
Mas tenho uma dúvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você, que tanto o defende, fosse preso?
- Meu rei, se eu tivesse ido com o senhor nessa caçada, teria sido sacrificado em
seu lugar, pois não me falta dedo algum. Por isso, lembre-se:
tudo o que Deus faz é perfeito. Ele nunca erra!
Muitas vezes queixamo-nos da vida e das coisas aparentemente más que nos acontecem, esquecendo-nos que nada é por acaso e que tudo tem um propósito. Todas as manhãs, oferece o teu dia ao Senhor Jesus e pede para Deus inspirar os teus pensamentos, guiar os teus actos, apaziguar os teus sentimentos e nada temas, pois DEUS NUNCA ERRA!
(desconheço autor)

OS ANIMAIS TAMBÉM REZAM


Era uma vez uma lesma. Uma lesma que começou a subir uma cerejeira, num daqueles dias frescos e ventosos, do Outono. Uma ave, vendo-a, encheu-se de força e aproximando-se dela, perguntou-lhe: -Ouve lá, ó cabeça dura, não vês que já não há cerejas nesta árvore? A pequena lesma, sem parar, respondeu: - Tens razão. Vão passar o Verão, o Outono e o Inverno. Eu não deixarei de subir. Quando chegar a Primavera, já estarei lá em cima e então haverá muitas cerejas para comer. Neste novo dia que vai correndo, não deixemos que o cansaço de nós se apodere. Caminhemos e ofereçamos, sem cessar, a nossa caminhada ainda que muito lenta mas perseverante. Quando Deus nos chamar, teremos a alegria de saborear todos os manjares que escolheu para nós.  
(Desconheço autor)