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05 novembro, 2011

O valor das coisas…


O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac,


certo dia abordou-o na rua e disse:

Sr. Bilac, estou precisando de vender a minha propriedade,


que o senhor tão bem conhece. Será que poderia redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o lápis e o papel e escreveu:


“Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortado por cristalinas águas de um lindo ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes na varanda.”


Alguns meses depois, o poeta encontra-se com o comerciante


e pergunta-lhe se já havia efectuado a venda. 


Nem pensei mais nisso, disse o homem.


Depois de ler o anúncio que o senhor escreveu é que percebi a maravilha que tinha,


e já não vendi! Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos connosco e vamos atrás da miragem de falsos tesouros…


Importa valorizar o que temos e que nos foi dado gratuitamente por Deus:


A luz do sol, a alegria, os amigos, o emprego, a saúde, o sorriso das crianças,


o conhecimento que vamos adquirindo, a ternura e o carinho de alguém…


São verdadeiros tesouros que devemos valorizar!

(Autor desconhecido)

21 maio, 2011

O Horizonte...


Certa vez alguém chegou ao céu e pediu para falar com Deus. Segundo o seu ponto de vista, havia uma coisa na criação que não tinha nenhum sentido. Deus atendeu de imediato, curioso por saber qual era a falha que havia na criação.



-Senhor, sua criação é muito bonita, muito funcional, cada coisa tem sua razão de ser, mas, no meu ponto de vista, tem uma coisa que não serve para nada.


-E que coisa é essa que não serve para nada? - perguntou Deus.


- É o horizonte. Para que serve o horizonte? Se eu caminho um passo em sua direcção, ele se afasta um passo de mim. Se caminho dez passos, ele se afasta outros dez passos. Isto não faz sentido! O horizonte não serve para nada.


Deus sorriu e disse:


- Mas é justamente para isso que serve o horizonte... para fazê-lo caminhar e nunca desistir de lutar pelo amanhã.

Autor desconhecido

13 março, 2011

Para que serve o horizonte?

Certa vez alguém chegou ao céu e pediu para falar com Deus porque, segundo o seu ponto de vista, havia uma coisa na criação que não tinha nenhum sentido...Deus o atendeu de imediato, curioso por saber qual era a falha que havia na Criação.


- Senhor Deus, sua criação é muito bonita, muito funcional, cada coisa tem sua razão de ser... mas no meu ponto de vista, tem uma coisa que não serve para nada - disse aquela pessoa para Deus.

- E que coisa é essa que não serve para nada? - perguntou Deus.

- É o horizonte. Para que serve o horizonte? Se eu caminho um passo em direcção ao horizonte, ele se afasta um passo de mim. Se caminho dez passos, ele se afasta outros dez passos. Se caminho quilómetros em direcção ao horizonte, ele se afasta os mesmos quilómetros de mim... Isso não faz sentido! O horizonte não serve para nada. Deus olhou para aquela pessoa, sorriu e disse: - Mas é justamente para isso que serve o horizonte... " para fazê-lo caminhar " Pense ...

(Desconheço autor)

27 janeiro, 2011

A lição do Ratinho

Esta fábula é fantástica! O que é ruim para alguém pode ser ruim para todos...




Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações. O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse: - O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha apanhado. No escuro, ela não viu que na ratoeira estava a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...


O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.



Moral da História: Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos!

18 janeiro, 2011

Se o mundo fosse só uma aldeia...

Se pudéssemos reduzir a população da terra a uma pequena povoação de 100 habitantes, mantendo as proporções actuais, a aldeia teria:




57 asiáticos;

21 europeus;

8 africanos;


52 mulheres;


48 homens;


30 brancos;


70 não brancos;


30 cristãos;


70 não cristãos;


89 heterossexuais;


11 homossexuais;


6 habitantes possuiriam 59 % da riqueza de toda a aldeia; esses 6 aldeões seriam norte americanos;


80 habitantes viveriam em condições sub – humanas, 50 sofreriam de mal nutrição;


70 teriam dificuldade em ler; só 1 habitante teria educação universitária e só um habitante teria computador e outro telemóvel.


Li estes números na revista Além-Mar dos Missionários Combonianos
 (Não sei já o número da edição nem o ano).

13 janeiro, 2011

Trabalho de casa...


Uma vez, o professor deu como trabalho de casa o seguinte: «Vai ao encontro de alguém e diz-lhe que o amas». Os alunos contariam depois a experiência. O André, enquanto regressava a casa, pensava a que pessoa iria declarar a sua amizade. E pensou no seu padrinho. De facto, há cinco anos que se tinham zangado e, por isso, evitam olhar-se olhos nos olhos. Ao chegar a sua casa, tocou a campainha, desejando que fosse ele a atender. E assim foi. O afilhado disse: Padrinho, venho apenas para lhe dizer que o amo. O padrinho ficou espantado. Comoveu-se e abraçou o André dizendo: Também eu te amo, mas nunca fui capaz de o dizer. Passados poucos dias, o padrinho adoeceu gravemente e morreu. André, felizmente, ainda tivera tempo de declarar o seu amor.



(desconheço autor)

Não será que precisamos na nossa sociedade de mais professores que mandem trabalhos de casa como este? Deixemos o nosso orgulho de parte e sejamos nós próprios a dar o primeiro passo tal como este jovem fez.

05 janeiro, 2011

Que caminhos percorremos?



Um dia um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar ao seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma tortuosa rota, cheia de curvas, subindo e descendo colinas. No dia seguinte, outro animal que passava por ali, usou a mesma rota torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez do carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela rota torta.



Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saiam, viravam à direita, à esquerda, reclamando - até com um pouco de razão - mas não faziam nada para mudar a trajectoria. Depois de tanto uso, o caminho acabou numa estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em 3 horas a distância que poderia ser vencida no máximo, em uma hora.


Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo. Posteriormente, a avenida principal da cidade. Logo a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma rota torta feita pelo bezerro, centenas de anos antes.


Os homens têm a tendência de seguir, como cegos, por caminhos feitos por outros, muitas vezes inexperientes, e, esforçam-se a repetir o que os outros já fizeram. E a velha floresta, do alto de sua sabedoria, ria daquelas pessoas que percorriam a rota como se fosse um único caminho, sem se atrever a mudá-lo.


A propósito, qual é o teu caminho? O dos outros?...