Mostrar mensagens com a etiqueta Arriscar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Arriscar. Mostrar todas as mensagens

21 maio, 2011

O Horizonte...


Certa vez alguém chegou ao céu e pediu para falar com Deus. Segundo o seu ponto de vista, havia uma coisa na criação que não tinha nenhum sentido. Deus atendeu de imediato, curioso por saber qual era a falha que havia na criação.



-Senhor, sua criação é muito bonita, muito funcional, cada coisa tem sua razão de ser, mas, no meu ponto de vista, tem uma coisa que não serve para nada.


-E que coisa é essa que não serve para nada? - perguntou Deus.


- É o horizonte. Para que serve o horizonte? Se eu caminho um passo em sua direcção, ele se afasta um passo de mim. Se caminho dez passos, ele se afasta outros dez passos. Isto não faz sentido! O horizonte não serve para nada.


Deus sorriu e disse:


- Mas é justamente para isso que serve o horizonte... para fazê-lo caminhar e nunca desistir de lutar pelo amanhã.

Autor desconhecido

27 janeiro, 2011

A lição do Ratinho

Esta fábula é fantástica! O que é ruim para alguém pode ser ruim para todos...




Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações. O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse: - O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha apanhado. No escuro, ela não viu que na ratoeira estava a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...


O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.



Moral da História: Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos!

05 janeiro, 2011

Que caminhos percorremos?



Um dia um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar ao seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma tortuosa rota, cheia de curvas, subindo e descendo colinas. No dia seguinte, outro animal que passava por ali, usou a mesma rota torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez do carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela rota torta.



Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saiam, viravam à direita, à esquerda, reclamando - até com um pouco de razão - mas não faziam nada para mudar a trajectoria. Depois de tanto uso, o caminho acabou numa estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em 3 horas a distância que poderia ser vencida no máximo, em uma hora.


Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo. Posteriormente, a avenida principal da cidade. Logo a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma rota torta feita pelo bezerro, centenas de anos antes.


Os homens têm a tendência de seguir, como cegos, por caminhos feitos por outros, muitas vezes inexperientes, e, esforçam-se a repetir o que os outros já fizeram. E a velha floresta, do alto de sua sabedoria, ria daquelas pessoas que percorriam a rota como se fosse um único caminho, sem se atrever a mudá-lo.


A propósito, qual é o teu caminho? O dos outros?...

14 dezembro, 2010

O Rio da vida

Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que à sua frente havia um pântano sujo, por onde devia passar.
Olhou então para Deus e protestou:
"Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e o Senhor obriga-me a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora?"
Deus respondeu:

"Isso depende da tua maneira de encarar o pântano. Se ficares com medo, vais diminuir o ritmo do teu curso, dará voltas, e inevitavelmente, acabarás misturando as tuas águas com as do pântano, o que tornará igual a ele. Mas se o enfrentares com velocidade, com força, com decisão, as tuas águas se espalharão sobre ele, a humidade se transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direcção ao oceano. Aí tu te transformarás em mar!"

************
Assim é a vida.

Muitas vezes engatinhamos nas mudanças. Quando ficamos assustados, paralisados, pesados, tornamos-nos tensos e perdemos a fluidez e a força.

É preciso entrar a valer nos PROJECTOS DA VIDA, ATÉ QUE O RIO SE TRANSFORME EM MAR.

Se passarmos a vida toda evitando sofrimento, também acabaremos evitando o prazer que a vida oferece.

Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los.
Há tesouros guardados numa praia deserta, numa noite estrelada, numa viagem inesperada, num salto de asa-delta...

O importante é ir ao encontro deles, ainda que isso exija uma boa dose de coragem e desprendimento.
Não procure o sofrimento, mas se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o.
Arrisque, ouse, avance na vida. Ela é uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar.

(desconheço o autor)

03 outubro, 2010

Andar com fé!






Andar com fé
é saber que cada dia é um recomeço,
é ter certeza que os milagres acontecem
e que os sonhos podem se realizar.  
Andar com fé
é saber que temos asas invisíveis,
é fazer pedidos a estrelas cadentes
e abrir as mãos para o céu.  
Andar com fé
é olhar sem temor as portas do desconhecido,
ter a inocência dos olhos da criança,
a lealdade do cão,
a beleza da mão estendida
para dar e receber.  
Andar com fé
é usar a força e a coragem
que habitam dentro de nós
quando tudo parece acabado.  
Andar com fé
é saber que temos tudo a nosso favor,
é compartilhar as bênçãos multiplicadas,
é saber que sempre seremos surpreendidos com presentes do Universo,
é a certeza de que o melhor sempre acontece
e que tudo aquilo que almejamos
está totalmente ao nosso alcance.  
Basta só Andar com Fé  
(Autor desconhecido)

05 junho, 2010

A corda e o Alpinista


Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua. E ele queria a glória somente para si. Resolveu então escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.

Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo.

Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada.

Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia Lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma “parede”, a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e caiu... Caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na escuridão. Sentia apenas uma terrível sensação de estar sendo sugado pela força da gravidade.

Ele continuava caindo e, nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida. De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade... shack!

Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar:
Oh, meu Deus! Me ajude!
De repente uma voz grave e profunda respondeu:
– O que você quer de Mim, meu filho?
– Me salve, meu Deus, por favor!
– Você realmente acredita que Eu te possa salvar?
– Eu tenho a certeza, meu Deus.
– Então corte a corda que mantém você pendurado...
Houve um momento de silêncio e reflexão.

O homem se agarrou mais ainda à corda e reflectiu que se largasse a corda morreria...

Conta o pessoal de resgate que no outro dia encontraram um alpinista congelado, morto, agarrado com as duas mãos a uma corda...a não mais de dois metros do chão.

Assim é a nossa fé. Onde está a nossa confiança em Deus?
.
Que loucos somos por termos medo de nos lançarmos nos braços d’Aquele que nos chama e diz: CONFIA EM MIM, VEM! DEIXA-TE CONDUZIR POR MIM!...

18 março, 2010

Caminhar, com muletas…


Havia um país onde todos se tinham habituado a usar muletas para andar.
Desde crianças eram habituados a usar muletas.
Um dia, um jovem inconformista começou a pensar que poderia caminhar sem muletas e até mais rápido.
Expondo a sua ideia aos adultos, começaram a chamá-lo de louco, porque sem o suporte iria cair imediatamente.
O jovem não desistiu da sua ideia e foi consultar um ancião que lhe parecia mais sábio. Este também lhe disse:
Os nossos antepassados sempre andaram com muletas. Na nas nossas bibliotecas existem imensos livros de valor que falam das vantagens das muletas.
Temos um museu que até guarda as muletas mais valiosas do passado.
Deixa-te de ideias loucas e caminha como nós.
O jovem desanimado não desistiu.
Um dia experimentou caminhar sem o seu par de muletas, mas caiu imediatamente.
Os músculos das pernas estavam atrofiados, porém, não desistiu da sua ideia.
Aos poucos foi adquirindo segurança e após algum tempo corria velozmente.

(Desconheço autor)

Esta história merece uma breve reflexão:

1º vamos tentar identificar as nossas muletas
2º o jovem da história não desistiu de pôr de lado as muletas…

20 fevereiro, 2010

Arriscar


Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os para uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue. Nesta sala, o rei ordenava-lhes que se posicionassem em círculo e dizia-lhes, então:
- «Vocês podem escolher entre morrerem atingidos pelas setas dos meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados.»
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros. Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-«Senhor, posso fazer-lhe uma pergunta?»
-«Diga, soldado.»
-«O que havia por detrás da assustadora porta?»
-«Vá e veja você mesmo.»

O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que... a porta se abria para um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!

O soldado, admirado, apenas olhou o seu rei, que diz:
- «Eu oferecia-lhes a escolha, mas preferiram morrer a arriscar-se a abrir esta porta.»

Autor desconhecido

09 fevereiro, 2010

Um Mestre chinês e o seu discípulo



"Era uma vez, um sábio chinês e um seu discípulo. Nas suas andanças avistaram, um casebre de extrema pobreza onde vivia um homem, uma mulher, 3 filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.
Com fome e sede o sábio e o discípulo pediram abrigo e foram recebidos. O sábio perguntou como conseguiam sobreviver na pobreza e longe de tudo.
- O senhor vê aquela vaca? - Disse o homem. Dela tiramos todo o sustento. Ela dá-nos o leite que bebemos e transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu e partiu com o discípulo. Nem fizeram bem a primeira curva, disse ao discípulo:
- Volta lá, pega a vaquinha, leva-a ao precipício ali em frente e atire-a lá em baixo.
O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se a vaca morrer, eles morrem!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
- Vai lá e empurra a vaquinha.
Indignado porém, o discípulo assim o fez. E a vaca morreu.
Alguns anos se passaram e o discípulo sempre com remorso. Num certo dia, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ajudar a família e pedir desculpas.
Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que os seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com árvores, piscina, carro, antena parabólica. Perto do churrasco, adolescentes, lindos, robustos comemorando com os pais. O coração do discípulo gelou. Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora.
Devem estar a mendigar na rua, pensou o discípulo.
Aproximou-se do dono da casa e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá.
– Claro que sei. Estás a olhar para ela.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte, altivo, a mulher mais feliz e as crianças, jovens saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu? Estive aqui com meu mestre à alguns anos atrás e era um lugar miserável, não havia nada. O que fez para melhorar a sua vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos o nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes.”

31 janeiro, 2010

A fábula do Porco-espinho


Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados, então precisavam fazer uma escolha: Ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que a relação com uma pessoa muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram.


Moral da História O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades.
Recebido por e-mail (desconheço autor)

O vendedor de balões


Um dia, estava uma criança negra num parque a observar um vendedor de balões. Este homem deixou soltar um balão vermelho, que atraiu o olhar de todas as pessoas presentes.
A criança viu em seguida um balão azul a subir muito alto, depois um amarelo e, finalmente, um branco. Todos subiram nos céus até desaparecerem de vista.
A criança negra ficou à espera que soltasse um balão preto. Mas começou a ficar surpreendida, pois o homem não se decidia a soltá-lo. Por isso, decidiu aproximar-se e perguntar-lhe: "Se soltar o balão negro, ele subirá como os outros?"
O vendedor de balões sorriu compreensivo para a criança e, enquanto soltava o balão preto, respondeu: "Não é a cor, mas o que têm dentro, que faz subir os balões".
(de Pedrosa Ferreira )

30 janeiro, 2010

O grãozinho de areia










“Era uma vez um grãozinho de areia que vivia no deserto no meio de milhões e milhões de outros grãozinhos de areia. Um dia, voltou-se para os amigos e disse-lhes: - Eu hei-de sair deste deserto! E os amigos estoiraram à gargalhada e a fazer pouco dele. - Tu não passas dum grão de areia. A tua vida é no deserto. Nunca hás-de sair daqui! E ele insistia. - Eu digo-vos que hei-de sair deste deserto! E os amigos rebentavam de novo à gargalhada e a fazer pouco dele. - Tu não passas de um grão de areia! Repetiam-lhe. Até que, de repente, o vento começou a soprar, muito forte. Levantou-se uma tempestade no deserto. Todos os grãozinhos de areia deram as mãos uns aos outros e juntaram-se todos muito juntinhos para não voar com o vento. Foi então que o nosso grãozinho aproveitou para largar as mãos de todos os outros e se deixar levar pelo vento. Levantou voo e voou, voou, voou durante horas.
Quando o vento deixou de soprar, ele já estava sobre as águas do mar. Caiu. Foi para o fundo dos oceanos, aterrou numa ostra e transformou-se numa pérola.”
in GOSTE DE SI de Luís Martins Simões
Todos temos capacidade para sonhar. Não deixemos que as críticas e a falta de apoio dos outros nos tirem essa capacidade. Se sairmos do nosso conforto e decidirmos arriscar, um sonho pode tornar-se numa realidade bem melhor que o próprio sonho.