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05 novembro, 2011

O valor das coisas…


O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac,


certo dia abordou-o na rua e disse:

Sr. Bilac, estou precisando de vender a minha propriedade,


que o senhor tão bem conhece. Será que poderia redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o lápis e o papel e escreveu:


“Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortado por cristalinas águas de um lindo ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes na varanda.”


Alguns meses depois, o poeta encontra-se com o comerciante


e pergunta-lhe se já havia efectuado a venda. 


Nem pensei mais nisso, disse o homem.


Depois de ler o anúncio que o senhor escreveu é que percebi a maravilha que tinha,


e já não vendi! Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos connosco e vamos atrás da miragem de falsos tesouros…


Importa valorizar o que temos e que nos foi dado gratuitamente por Deus:


A luz do sol, a alegria, os amigos, o emprego, a saúde, o sorriso das crianças,


o conhecimento que vamos adquirindo, a ternura e o carinho de alguém…


São verdadeiros tesouros que devemos valorizar!

(Autor desconhecido)

05 janeiro, 2011

Que caminhos percorremos?



Um dia um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar ao seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma tortuosa rota, cheia de curvas, subindo e descendo colinas. No dia seguinte, outro animal que passava por ali, usou a mesma rota torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez do carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela rota torta.



Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saiam, viravam à direita, à esquerda, reclamando - até com um pouco de razão - mas não faziam nada para mudar a trajectoria. Depois de tanto uso, o caminho acabou numa estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em 3 horas a distância que poderia ser vencida no máximo, em uma hora.


Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo. Posteriormente, a avenida principal da cidade. Logo a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma rota torta feita pelo bezerro, centenas de anos antes.


Os homens têm a tendência de seguir, como cegos, por caminhos feitos por outros, muitas vezes inexperientes, e, esforçam-se a repetir o que os outros já fizeram. E a velha floresta, do alto de sua sabedoria, ria daquelas pessoas que percorriam a rota como se fosse um único caminho, sem se atrever a mudá-lo.


A propósito, qual é o teu caminho? O dos outros?...

03 outubro, 2010

Andar com fé!






Andar com fé
é saber que cada dia é um recomeço,
é ter certeza que os milagres acontecem
e que os sonhos podem se realizar.  
Andar com fé
é saber que temos asas invisíveis,
é fazer pedidos a estrelas cadentes
e abrir as mãos para o céu.  
Andar com fé
é olhar sem temor as portas do desconhecido,
ter a inocência dos olhos da criança,
a lealdade do cão,
a beleza da mão estendida
para dar e receber.  
Andar com fé
é usar a força e a coragem
que habitam dentro de nós
quando tudo parece acabado.  
Andar com fé
é saber que temos tudo a nosso favor,
é compartilhar as bênçãos multiplicadas,
é saber que sempre seremos surpreendidos com presentes do Universo,
é a certeza de que o melhor sempre acontece
e que tudo aquilo que almejamos
está totalmente ao nosso alcance.  
Basta só Andar com Fé  
(Autor desconhecido)

26 junho, 2010

A HUMILDADE DE DEUS

Ouvi contar esta história.
Uma criança com toda a naturalidade, voltou-se para Deus e perguntou-lhe:
"E tu, o que é que queres ser quando fores grande?" "Pequeno",
respondeu-lhe Deus, também com toda a naturalidade.


Os homens querem ser grandes, mas a grandeza de Deus está em tornar-se pequeno, em dar a vida, em desaparecer pelo bem do outro.

Vasco Pinto de Magalhães, s.j. in "Não há soluções, há caminhos"

17 junho, 2010

O Rei Sábio...


Era uma vez um rei muito sábio, que governava com amor, compaixão e justiça, e que por isso era adorado pelo povo. No dia do seu aniversário, os súbditos deram-lhe um presente: um magnífico anel, adornado por uma bela jóia preciosa. Só que o anel era, na verdade, um relicário, pois guardava em sua câmara secreta uma jóia ainda mais valiosa. Ao entregar o presente ao rei, o grão-vizir deu a seguinte instrução: “Vossa Majestade só poderá abrir o anel e usar a verdadeira jóia que ele contém em casos extraordinários, de profunda aflição ou de intensa alegria”. O soberano garantiu que iria cumprir fielmente essa determinação e colocou o anel no dedo – que aliás, lhe serviu perfeitamente.
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O reino vivia em paz há muitos séculos. Porém, certo dia, o rei vizinho, ambicionando novas terras, preparou-se para invadir os domínios do nosso justo soberano. Este, com coragem que o caracterizava, colocou-se à frente do seu exército. A sorte foi-lhe adversa: no campo de batalha, perdeu a lança e depois a espada, e assim desarmado, foi perseguido por vários soldados inimigos. No afã de fugir, o corcel do valoroso rei seguiu por uma estrada próxima, bem acidentada, que margeava um abismo profundo. Justamente no ponto mais perigoso do caminho, o cavalo tropeçou e, no impacto, arremessou o rei no abismo.
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O rei morreu? Não, o rei não morreu, dessa vez, a sorte foi-lhe favorável. É que a uns metros do alto precipício havia uma árvore de galhos fortes e longos, e o nosso soberano ficou enganchado num deles. Uma outra notícia foi que os soldados inimigos não viram o acidente e se guiaram apenas pelo ruído do galope da montaria real, disparando em seu encalço. Ou seja: os perseguidores se foram.
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O rei, seguro apenas pelo cangote, balançava como pêndulo no galho da árvore sobre o abismo, prestes a cair a qualquer instante. Situação deveras aflitiva, ele reconheceu. E, reconhecendo, lembrou-se do anel, compreendendo que, nas circunstâncias presentes, o seu uso era plenamente justificado. Com cuidado, afastou a pedra do anel, abrindo-o. No momento em que a jóia foi aberta, um minúsculo e misterioso dispositivo lançou um diminuto papiro em sua câmara secreta. Com mais cuidado ainda, o rei apanhou o minúsculo papiro, desenrolou-o e leu a seguinte mensagem: “Isto passará”.
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Três minutos ainda não haviam transcorrido quando apareceram soldados no alto da ribanceira. O rei olhou, conferiu o que estava vendo e se alegrou muitíssimo: eram os seus soldados! Estes, com habilidade, conseguiram resgatá-lo e o conduziram em glória a o seu reino. Festas, comemorações, aclamações, vitória sobre os invasores! Intensa alegria espalhou-se pelo reino. O próprio rei, sentindo-se campeão, deixou-se arrebatar por um verdadeiro frenesi de alegria e de orgulho pela vitória alcançada. Foi aí que novamente lembrou do anel, que só poderia ser aberto em caso de extrema aflição ou intensa alegria. Era, pois, o caso.
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Abriu-o e encontrou a seguinte mensagem: “Isto também passará”.
(Desconheço Autor)

25 maio, 2010

A maçã e a pérola

Todas as manhãs o rei poderoso e rico de Bengodi recebia as ofertas dos seus súbditos. No meio dos outros, sempre pontual, aparecia também um mendigo silencioso, que trazia ao rei uma maçã. Depois retirava-se. O rei, habituado a melhores presentes, aceitava a oferta, mas logo que o mendigo virava costas começava a zombar dele, seguido por toda a corte. O mendigo não desanimava. Voltava em cada manhã com a sua oferta. O rei aceitava-a e punha-a numa cesta ao lado do trono. A cesta continha todas as maçãs trazidas pelo mendigo com gentileza e paciência. Por fim, já transbordava.


Um dia o macaco predilecto do rei pegou num daqueles frutos e deu-lhe uma dentada. Depois deitou-o fora aos pés do rei: O soberano, surpreendido, viu no coração da maçã uma pérola brilhante. Maravilhado, o rei mandou chamar o mendigo e interrogou-o. "Trouxe-vos todas estas ofertas, Majestade", respondeu o homem, "para vos fazer compreender que a vida vos oferece todas as manhãs um dom extraordinário que esqueceis e deitais fora, porque estais rodeado de demasiadas riquezas. "


Autor desconhecido

19 maio, 2010

PAZ PROFUNDA

     Havia um Rei que ofereceu um grande prémio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a Paz Profunda.
     Muitos artistas apresentaram suas telas.
     O Rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
     A primeira era um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho perfeito onde se reflectiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um Paraíso muito azul com ténues nuvens brancas.
     Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela reflectia a Paz Profunda.
     A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um Paraíso tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com relâmpagos e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico.
     Mas, quando o Rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, em meio ao ruído da violenta turbulência da água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho... Em Profunda Paz!

     O Rei escolheu a segunda tela e explicou: — PAZ PROFUNDA não significa estar em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo para realizar ou livre das dores e das tentações da encarnação. PAZ PROFUNDA significa que, apesar de se estar em meio a tudo isso, permanecemos calmos e confiantes no SANTUÁRIO SAGRADO do NOSSO CORAÇÃO. Lá encontraremos a Verdadeira PAZ PROFUNDA. Em SILENCIOSA MEDITAÇÃO.

30 abril, 2010

TODOS PRECISAMOS DUMA BUSSOLA...


     Uma vez, os guardas de uma prisão próxima do deserto trouxeram para a rua um prisioneiro e disseram-lhe:
     — És livre. Vai e que sejas feliz.
     O homem livre vagueou sem rumo e foi parar ao deserto. Aí encontrou um Sábio que lhe disse:
     — Vejo que andas um pouco desorientado. Dou-te esta bússola. Servindo-te dela, poderás chegar a um oásis que fica aqui perto e depois a uma cidade onde há muita vida e onde poderás ser feliz. Boa viagem!
     O homem pensou: «Eu agora sou livre e este estranho quer impor-me um caminho e uma meta. Não aceito! Quero ser livre!». E atirou a bússola para longe.
     Aconteceu que este homem desnorteou-se de tal maneira que, depois de muito vaguear pelas areias do deserto, acabou por morrer. Foram encontrados mais tarde os seus ossos ressequidos.
     Um ano depois, os guardas libertaram um outro prisioneiro. O Sábio também lhe deu uma bússola e as mesmas orientações:
     — Tens aqui uma bússola. Segue-a pois terás de atravessar um deserto. Mas, se te deixares nortear por ela, chegarás a uma linda cidade cheia de vida. Vai e sê feliz.
     Este segundo prisioneiro, ao contrário do primeiro, seguiu as orientações. A bússola ajudou-o a percorrer o caminho que o levou à terra onde poderia viver feliz.
     Conseguiu passar por alguns oásis, onde matou a sede e descansou. Finalmente, chegou à tão desejada meta: a bela cidade onde podia viver feliz.
(Desconheço autor)
Para reflectir: utilizamos na vida alguma "bússola" (conselhos amigos, oração, meditação, reflexão, Bíblia, livros de formação integral…) para nos indicar o caminho da felicidade? Quais são os valores e os ideais que nos norteiam na vida?

12 abril, 2010

VIVER COMO AS FLORES


Em um antigo mosteiro budista,
um jovem monge questiona o mestre ...
Mestre, como faço para não    me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais,  outras são ignorantes.
Algumas são indiferentes.
Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam.
- Pois viva como as flores!      
- advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.
Repare nas flores, continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim.
Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável...
...mas não permitem que o azedume da terra  manche o frescor de suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas,
mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles e não seus.
Se não são seus,  não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.
Isso é viver como as flores.
(Autor desconhecido)

26 março, 2010

Era uma vez…


Era uma vez uma ilha onde todos os diferentes sentimentos viviam:
a Felicidade, a Tristeza, o Saber, o Amor e todos os outros.
Um dia anunciaram aos sentimentos que a ilha ia afundar-se.
Então todos prepararam os seus barcos e foram embora.
Só ficou o Amor.
O Amor queria ficar até ao último momento.
Quando a ilha estava no ponto de afundar-se, o Amor decidiu pedir ajuda.
A Riqueza passou ao lado do Amor num luxuoso barco.
O Amor disse-lhe: “Riqueza podes levar-me contigo?”
“Não porque tenho muito dinheiro e ouro no meu barco.
Não tenho lugar para ti.”

Então o Amor perguntou ao Orgulho, que passava também num barco fantástico. “Orgulho, ajuda-me por favor?”
“Não te posso ajudar Amor. Estás todo molhado e podes estragar-me o barco.”
A Tristeza estava ao lado do Orgulho, então mais uma vez o Amor disse-lhe:
“deixa me ir contigo.”
“Oh Amor, estou tão triste que preciso estar sozinha!”
A Felicidade passou também ao lado do Amor,
mas estava tão feliz que nem ouviu o Amor chamar.
De repente uma voz diz: “Vem comigo Amor, eu levo-te.”
Era um velhote que falava.
O Amor sentiu que devia muito ao velhote e perguntou ao Saber.
“Quem me ajudou?”
“Foi o Tempo, respondeu o Saber”
“O Tempo?” reflectiu o Amor;
“Mas porque me ajudou o Tempo?”
O Saber fez um sorriso e respondeu:
“Porque só o Tempo é capaz de compreender quanto o Amor é importante na vida ”
Autoria: Rodrigo Viana

23 março, 2010

Uma antiga história...




Uma antiga história dos monges do deserto fala de um velho malfeitor que se sentiu mal e, percebendo que estava a morrer, bateu à porta de um mosteiro.
“Deus terá misericórdia de mim”, disse o malfeitor ao monge que viera socorrê-lo. “Como podes estar assim tão certo?”, respondeu o monge. “Porque é o seu ofício”, replicou o malfeitor.

Moral da história: no Reino de Deus até um velho malfeitor pode fazer teologia… e dar-nos uma lição.

(Pe Amedeo Cencini, in O Pai Pródigo, ed. Paulinas)

09 março, 2010

A Doçura


O viajante caminhava pela estrada, quando observou o pequeno rio que nascia tímido por entre as pedras. Foi seguindo-o por muito tempo. Aos poucos, o rio foi tomando volume e, bem mais adiante, dividiu-se em dezenas de cachoeiras, num espectáculo de águas.

O som das águas atraiu o viajante, que foi descendo pelas pedras ao lado de uma das cachoeiras. Ali, finalmente descobriu uma gruta. Com paciência, a natureza criara caprichosas formas. O viajante foi entrando e admirando as rochas gastas pelo tempo.

De repente, descobriu uma placa. Alguém estivera ali antes dele. Com a lanterna, iluminou os versos que nela estavam escritos:

"Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água, com sua doçura e delicadeza. 
Onde a dureza só faz destruir, a suavidade consegue esculpir".

Assim também acontece na nossa vida.
Muitas vezes agimos de maneira agressiva e violenta com as dificuldades que aparecem.
Se nos abandonarmos nas mãos de Jesus e deixar que Ele coloque a mão sobre as tormentas do nosso dia-a-dia, sentiremos a suavidade de seu Amor a conduzir o nosso caminho.

(desconheço autor)

20 fevereiro, 2010

Arriscar


Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os para uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa porta de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas por sangue. Nesta sala, o rei ordenava-lhes que se posicionassem em círculo e dizia-lhes, então:
- «Vocês podem escolher entre morrerem atingidos pelas setas dos meus arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá trancados.»
Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros. Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:
-«Senhor, posso fazer-lhe uma pergunta?»
-«Diga, soldado.»
-«O que havia por detrás da assustadora porta?»
-«Vá e veja você mesmo.»

O soldado, então, abre vagarosamente a porta e, à medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que... a porta se abria para um caminho que conduzia à LIBERDADE !!!

O soldado, admirado, apenas olhou o seu rei, que diz:
- «Eu oferecia-lhes a escolha, mas preferiram morrer a arriscar-se a abrir esta porta.»

Autor desconhecido

30 janeiro, 2010

Saber escolher










Uma vez um rapaz orgulhoso e convencido quis armar uma cilada a um velho eremita, considerado por todos como um homem sábio. Apanhou um pássaro vivo e pensou: “Agora vou provar a todos que sou mais esperto do que o velho. Ponho o pássaro vivo entre as minhas mãos e pergunto-lhe: ‘O pássaro que tenho nas mãos está vivo ou está morto?’ Se ele disser ‘está morto’ abro as mãos e solto o pássaro. Se ele disser ‘está vivo’, mato o pássaro entre as duas mãos e provo que ele está errado.” Com o pássaro nas mãos, como tinha planeado, o rapaz foi junto do sábio e perguntou: - O pássaro, nas minhas mãos, está vivo ou morto? O velho eremita, calmamente disse: - Meu filho, está tudo nas tuas mãos, depende da tua escolha. A todo o momento temos que escolher entre o que é, ou não, honesto, correcto e bom. Saber escolher é o grande segredo de uma vida feliz.
(Desconheço o autor)